Encontro Regional de Saúde Mental e Direitos Humanos, 18 e 19 de Maio em Santos

09/05/2012

Convite em PDF – Encontro Regional de Saude Mental e DH

ENCONTRO REGIONAL DE SAÚDE MENTAL E DIREITOS HUMANOS

“Que a Saúde se difunda sobre a Terra” (Cf. Eclo. 38,8)

18 e 19 de maio de 2012

Dia 18 de maio (sexta-feira)

Local:

Unisantos – Campus Dom Idílio – Auditório 213. Av.

Conselheiro Nébias, 300 – Vila Mathias – Santos/SP

8h00 Credenciamento dos inscritos

8h30 Cerimônia de abertura com a apresentação da Comissão de Organização

9h00 às 11h00

Mesa-Redonda: O uso abusivo do crack é problema da pessoa que faz uso ou da sociedade?

Mediadora: Prof. Me. Marly Carvalho de Soares Santos – Coordenadora do Curso de Serviço Social da UNISANTOS.

Palestrantes:

Adriana M. Tucci – Prof. Dra. e Orientadora do Curso de Pós Graduação do Programa Interdisciplinar em Ciências da Saúde da UNIFESP – Baixada Santista; realizou pesquisas sobre Dependência de Álcool e outras Drogas

Elisa Zaneratto– Psicóloga, Prof. Me. e pesquisadora em Psicologia Social e Saúde Mental da PUC/SP; representante do CRP SP

Leonardo Pinho – Secretário Parlamentar da Câmara Federal dos Deputados; Membro da Rede Estadual de Saúde Mental e Economia Solidária e do Fórum Paulista de Economia Solidária

13h30 Credenciamento dos inscritos para as Oficinas

14h00 às 16h00

Oficinas de Criatividade em Saúde Mental:

•Oficina de Pintura – Sérgio Marques Jabur e Beatriz Castro

•Oficina de Música – Ramiz Candeloro Pedroso de Moraes

•Oficina de Expressão Corporal – Maíra de Souza e Agna Gonsalez

14h00 às 16h00

Rodas de conversa sobre políticas públicas regionais, com Aurélia Rios Piterskih e Henrique Valente        

19h00 Credenciamento dos inscritos

 20h00

Mesa-Redonda: Saúde Mental e Direitos Humanos

Mediador: José Ricardo Portela – Conselheiro do CRP SP e Coordenador da Subsede Baixada Santista e Vale do Ribeira

Palestrantes:

Aristeu Bertelli da Silva – Secretário Executivo do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CONDEPE) e membro da Comissão de Direitos Humanos do CRP SP

Roberto Tykanori Kinoshita – Coordenador da Área Técnica de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde

Mostra Paralela na UNISANTOS:

Apresentação de Banners enviados previamente para seleção. Inscrições até 16/05/2012 pelo e-mail: afrotelli@gmail.com

Dia 19 de maio (sábado)

Local: Liceu Santista

9h30: Encerramento do Encontro Regional de Saúde Mental e Direitos Humanos

10h00: Encenação da Peça “Auto da Barca do Inferno”

Elenco: Estudantes do Liceu Santista

Direção: Prof. Cláudia Heloísa Cunha Andria

Inscrições para as palestras no local.

Inscrições para as oficinas pelo site: http://www.crpsp.org.br

Informações: 3235-2324 ou baixada@crpsp.org.br

PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO

Conselho Regional de Psicologia SP – Subsede

Baixada Santista e Vale do Ribeira

Centro de Direitos Humanos da Baixada

Santista Irmã Maria

Dolores

Diocese de Santos

Universidade Católica de Santos

Liceu Santista Pastoral da Saúde

Associação Franco Rotelli


Ta chegando é esse sábado!!! Vamos fazer uma Linda Feira de Natal Diferente na Paulista

08/12/2011

Nossa Feira de Natal Diferente na Paulista além de ter ótimos presentes terá também muita cultura e arte. Teremos exposição e venda de quadros e gravuras e muita diversão e alegria, com covers, teatro, dança e coral.

No dia 10 de dezembro venha passar uma tarde Alegre e com muita Diversidade no Coração de São Paulo. A partir das 11h na Paulista.

PROGRAMAÇÃO VI FEIRA
11 as 13e30 – DJ
13e30 horas – “As quatro velas de Natal” – teatro do CAPS III Mandaqui
13e45 h – Edson Luis da Silva – apresentação de Rap
14 às 15 h – DJ
15 h – Teatro do oprimido – Guarulhos
16 h – Fabrício Chiarinelli – apresentação Michael Jackson (2 músicas)
16e15 h – Maycon Pop – apresentação Michael  Jackson (1 música)
16e30 h – Cidadãos Cantantes
17 h – Dança Cigana
17e40 até o final – DJ
Seja um Multiplicador da Inclusão e da Economia Solidária. Divulgue nossa Feira!!! Mande para a sua lista de emails e coloque em suas Redes Sociais. Vamos mostrar a força dessa Nova Economia!!

Divulgação VI Feira FRENTE

Divulgação VI Feira –VERSO


Seja um Multiplicador!!! Envie você também a Carta a Presidenta DILMA!!!

24/11/2011

Você que acredita num Tratamento Sem Segregação e pelo Sistema Único de Saúde, envie você também a carta à presidenta Dilma e aos ministros e ministras da Saúde, Casa Civil, Justiça, Secretaria-Geral da Presidência da República. Também receberão a mensagem a Coordenação de Saúde Mental do Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas e a Secretaria Nacional de Articulação Social.

O texto foi redigido pelo Conselho Federal de Psicologia e pela Rede Internúcleos de Luta Antimanicomial (Renila).

CLIQUE AQUI E COLOQUE SEU NOME E EMAIL

CARTA A PRESIDENTA DILMA


Carta à Presidenta Dilma – sobre a política de alcool e outras drogas

22/11/2011

 

Por uma Política de Álcool e Outras Drogas

Não Segregativa  e Pública

  A eleição de uma mulher presidenta da república, pela primeira vez na história, nos encheu de orgulho e foi festejado pelos brasileiros e brasileiras, em particular por todos os movimentos sociais, organizações populares e sindicais que lutam junto aos setores mais vulneráveis de nossa sociedade, pela ampliação dos direitos e de uma cidadania ativa. O compromisso definido como central para seu governo _ o combate e eliminação de uma das principais mazelas da sociedade brasileira, a pobreza e a miséria _ traduz, para nós, sua sensibilidade e filiação à Construção de um Novo Brasil, mais justo e solidário.

Esse compromisso assumido com o povo brasileiro é motivo de esperança e perspectivas de avanços no processo de inclusão social e de ampliação das conquistas cidadãs.

Nós, da RENILA – Rede Nacional Internúcleos de Luta Antimanicomial, presentes em todo o país, militamos pela construção de uma sociedade sem manicômios, projeto político que originou e inspira a Reforma Psiquiátrica brasileira, política pública que é referência para a Organização Mundial da Saúde. Apostamos que o atual governo iria avançar e aprofundar esse processo emancipatório, extinguindo os manicômios ainda existentes e em funcionamento e ampliando a rede substitutiva, contudo, estamos neste momento, seriamente preocupados com o futuro e os rumos da saúde mental brasileira.

Informações veiculadas com insistência pela imprensa sobre as possibilidades de tratamento para usuários de álcool e outras drogas  preocupa-nos, sobretudo, por seu caráter francamente contrário aos princípios que sustentam as políticas deste governo, a saber, a superação da exclusão social, condição historicamente imposta a uma parcela da sociedade brasileira. Como militantes sociais e de direitos humanos, queremos alertar para os riscos que se anunciam nestas propostas.

O primeiro e mais grave risco diz respeito ao modo como a questão é colocada: ameaça, que fundada na cultura do medo, produz pânico e autoriza a violência, além de solicitar respostas precipitadas e superficiais. A apresentação de soluções mágicas, de respostas totais e plenas de garantias é não apenas ilusório, mas, sobretudo falacioso. Preocupa-nos, de modo particular, a defesa da internação compulsória e das comunidades terapêuticas, dois modos de resolver a questão recorrendo à exclusão e a segregação. Tais soluções  opõem-se, radicalmente, aos princípios que sustentam o compromisso desse governo de trabalhar pela ampliação da cidadania e inclusão de todos. Portanto, não tem como dar certo!

Senhora Presidenta, se tais medidas forem implantadas produzirão, além de prejuízos políticos, danos à democracia brasileira. Uma das maiores referências e patrimônio da nossa sociedade, o SUS e várias de suas políticas, dentre estas, a Reforma Psiquiátrica, serão seriamente comprometidas, além de perderem o caráter público tão caro à saúde. Submeter a saúde a interesses privados, à lógica de mercado, é fazê-la retroceder ao ponto que inaugurou o SUS como direito; é impor a saúde à dimensão de objeto mercantil, gerador de lucro para alguns e dor para muitos. Submeter o Estado e as políticas públicas a crenças e confissões, fere um princípio constitucional e a dimensão laica do mesmo. Submeter os cidadãos e suas famílias que sofrem com uma dependência a um modo de proteção que anula direitos é legitimar a violência como resposta institucional, portanto, não é uma ação cidadã, nem tão pouco solidária; é violência e tortura admitidas como recurso de tratamento.

Senhora Presidenta, mantendo nossa confiança e aposta em seu compromisso público anunciado quando de sua posse, mas também em sua sensibilidade e capacidade para conduzir um projeto de nação que seja justo, solidário e cidadão, alertamos: não se pode admitir o sequestro de direitos como recurso de tratamento, não se pode admitir a redução de problemas complexos a soluções mágicas, não se pode admitir, acima de tudo, a banalização de valores democráticos em nome de nenhum mal. Não se pode fazer o mal em nome do bem! Não se autoriza ao Estado e nem à sociedade, o direito a desrespeitar e torturar ninguém, em razão de nenhum motivo.

Sabendo que um governo se compõe de forças distintas e de perspectivas diversas, articuladas a setores e interesses sociais múltiplos, alguns mais próximos e comprometidos com valores republicanos, e outros com perspectivas mais restritas e a valores morais e religiosos, identificados na Casa Civil, conclamamos a Chefe da Nação a defender a cidadania de todos e a democracia brasileira, preservando suas conquistas, de modo especial, o Sistema Único de Saúde e suas políticas.

Nossa posição não é sustentada em interesses particulares nem em preferências. É coerente com a ampla mobilização social em todo o país que resultou na IV Conferência Nacional de Saúde Mental -Intersetorial, fórum que foi claro e decidido neste ponto: comunidades terapêuticas não cabem no SUS, como também não cabem internações compulsórias. O tratamento dos usuários de álcool e outras drogas, incluído neste conjunto o crack, deve seguir os princípios do SUS e da Reforma Psiquiátrica, sendo também este o caminho a ser trilhado pelo financiamento: a ampliação da rede substitutiva.

Senhora Presidenta, o Brasil precisa de mais CAPS-ad, necessita que os mesmos tenham condições que os permitam funcionar vinte e quatro horas, carece de leitos em hospital geral, de casas de acolhimento transitório, consultórios de rua, equipes de saúde mental na atenção básica, de estratégias de redução de danos e de políticas públicas intersetoriais. Este deve ser o endereço dos recursos públicos!

  Por uma Sociedade Sem Manicômios!! Por um Tratamento Sem Segregação!! Pelo Fortalecimento do Sistema Único de Saúde e da Reforma Psiquiátrica!!

  III Encontro Nacional da RENILA

Goiânia, 20 de novembro de 2011


Durante a Marcha, a Rede de Saúde Mental e ECOSOL entrega suas propostas para Prof. Paul Singer

06/10/2009

marlene e paul singer

A Rede de Saúde Mental e ECOSOL organizou um ônibus, com o apoio do CRP-SP, levando 44 representantes dos mais de 30 projetos/ empreendimentos de trabalho, para a Marcha dos Usuários, em Brasilia. Durante a Marcha, uma das audiências foi com o Prof. Paul Singer, Secretário Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego.

A Rede participou da audiência com Singer, juntamente com representantes da RENILA, COOPCAPS de Fortaleza, representantes de projetos de trabalho de Belém, Pernambuco, Santa Catarina, Bahia e Minas Gerais.

Durante a audiência o Prof. Paul Singer recebeu o conjunto de propostas organizadas nacionalmente pelos diversos Estados que participaram e construiram suas propostas no eixo da economia solidária. Mostrando sua disposição em apoia-las.

Representando a Rede, Marlene da AASMER de Embú das Artes entregou para Singer um KIT, contendo: camiseta da Rede, Cartões, uma edição da Revista do CRP-SP com a matéria sobre a I Feira de Saúde Mental e ECOSOL, panfleto com as nossas propostas e mais de 2000 assinaturas de apoio as nossas reivindicações. Durante a Audiência, Marlene, afirmou: Direito ao Trabalho, é um Direito de Todos e Todas as Brasileiras (os)! caravana Rede na Marcha

As propostas da Rede apresentadas na audiência com o  Prof. Paul Singer:

  1. Aprovação de uma Nova Legislação de Cooperativismo Social;
  2. Apoio a organização de Feiras de Saúde Mental e Economia Solidária (no âmbito do Programa Nacional de Comercialização Solidária IMS/SENAES/MTE);
  3. Apoio e Fomento a atividades de formação em empreendedorismo, comércio justo e solidário e cooperativismo social, em parceria com as Universidades, tendo como público não só técnicos, mas também usuários da Rede de Saúde Mental;
  4. Inclusão no Programa Brasil Local (SENAES/MTE), de agentes de desenvolvimento local, que possam acompanhar e fomentar os projetos de trabalho (empreendimentos) da saúde mental;

Veja as Fotos da participação da Rede de Saúde Mental e ECOSOL na Marcha dos Usuários, em Brasília.

Veja também: 4. Conferência Nacional de Saúde Mental uma vitória da Marcha dos Usuários


Marcha em Brasilia: Em defesa do SUS e da Reforma Psiquiatrica

26/08/2009

No dia 30 de setembro, os usuários, familiares, técnicos e diversos movimentos sociais irão a Brasília, reafirmar e fortalecer o Sistema Público e universal de saúde que temos no Brasil, bem como, o modelo de Reforma Psiquiatrica brasileira.

Abaixo segue uma matéria postada na página da Marcha, sobre as principais reivindicações a serem levadas a Brasília.

A Rede de Saúde Mental e ECOSOL irá no dia 04 (reunião da Comissão) e dia 18 de setembro (reunião mensal) discutir as propostas e reivindicações a serem levadas para o Ministério do Trabalho, no que tange a defesa do direito ao trabalho, dos usuários de saúde mental.

Propostas da Marcha

Para entender melhor toda a movimentação e articulação que está sendo preparada para o dia da Marcha, conheça melhor as propostas a seguir:Marcha dos Usuarios
  • Defender o Sistema Único de Saúde (SUS) ressaltando o papel fundamental que o Sistema tem na Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, que é oferecer estrutura adequada e melhores condições de atendimento para tratamento de portadores de sofrimento mental.
  • Defender o cumprimento da Lei da Reforma Psiquiátrica (10.216/01)
  • Reivindicar a realização da IV Conferência Nacional de Saúde Mental (9 anos após a III, realizada em 2001), que tem a importância de discutir passos fundamentais para o avanço da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, além de estabelecer novos marcos para profissionais da área e portadores de transtornos mentais, que estão cada dia mais atuantes socialmente. 
  • Exigir a efetiva implantação do “Programa de Volta para Casa”, criado pelo Ministério da Saúde em 2003 com o objetivo de reintegrar socialmente pessoas com transtornos mentais que passaram por longas internações. O programa dispõe também de um auxílio financeiro para o beneficiário ou seu representante legal.

Organização Marcha: Informações e Demandas

11/08/2009

Marcha dos UsuariosNotícias e demandas da Marcha

A equipe de Brasília vem trabalhando a todo vapor e a Marcha vem tomando forma, cores, cheiros e tudo mais. Alguns passos já foram dados em relação a infraestrutura, espaço para exposição de obras de arte e articulação política com possibilidade de ser realizada uma audiência pública no Senado.

Entre as demandas, solicitamos:

  • Endereço completo dos Núcleos, associações e outros locais estratégicos para divulgação
  • Comissões dos Estados para audiências: cada Estado deve enviar 3 representantes dos usuários para formação de Comissões
  • Programa Cultural: quais serão as atrações da marcha? O que será necessário para infraestrutura?
  • A Marcha terá que tamanho? Podemos totalizar para repassar para organizadores?
  • Registro e divulgação da organização da Marcha nos estados.

Para todas as demandas, entrar em contato no e-mail da Marcha: marchadosusuarios@gmail.com

http://marchadosusuarios.blogspot.com