Dia 10 de Dezembro: Uma Feira de Natal Diferente na Paulista

27/10/2011

No dia 10 de dezembro a esquina da Avenida Paulista com a Rua Ministro Rocha Azevedo (Parque Mário Covas) receberá uma Feira de Natal Diferente.

Uma Feira de Natal que terá apresentações culturais e produtos de projetos/oficinas/empreendimentos solidários que promovem a Inclusão Social pela Arte, Cultura e Trabalho, de usuários da rede de saúde mental. Uma Feira que irá promover o Sistema Único de Saúde, a Reforma Psiquiátrica Antimanicomial e as idéias da sustentabilidade ambiental, do consumo consciente e do comércio justo e solidário.

Seja Multiplicador dessas idéias e valores, contribua com a divulgação da VI Feira de Saúde Mental e Economia Solidária – Uma Feira de Natal Diferente na Paulista!! Espalhe para suas amigas (os) é dia 10 de Dezembro!!

Veja nosso acervo de fotos:

V Feira

IV Feira – IV Feira – IV Feira

III Feira

II Feira

I FeiraI Feira 

Veja os albúns de fotos das atividades da Rede de Saúde Mental e ECOSOL

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Inscrições VI Feira de Saúde Mental e ECOSOL

27/10/2011

Projetos, Oficinas e Empreendimentos Econômicos Solidários da Rede de Saúde Mental e Economia Solidária façam sua inscrição para participar da VI Feira de Saúde Mental e ECOSOL, que vai ocorrer dia 10 de Dezembro na esquina da Avenida Paulista com a Rua Ministro Rocha Azevedo (Parque Mário Covas).

Data Limite: 15 de novembro

Inscrições (clique aqui)


CINE – DEBATE com o filme Cortina de Fumaça, CEDECA Interlagos

22/10/2011

Dia 28 de outubro, 18h30 o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente de
Interlagos – SP (CEDECA Interlagos) promoverá exibição do documentário
“Cortina de Fumaça” (94 min, Direção Rodrigo Mac Niven), seguida de um
bate-papo.

O objetivo é colocar em pauta o uso de drogas, tendo em vista a
discussão no Estado de São Paulo sobre a implementação do projeto de
lei, proposto pelo Deputado Estadual Orlando Bolçone (PSB-SP), que
autoriza a internação compulsória pelo Poder Público de crianças e
adolescentes em situação de rua e em suposta dependência química.

Nesse sentido, o CEDECA Interlagos propõe um diálogo entre
profissionais da area e a sociedade para que sejam iniciados, em
conjunto, discussões e estudos com intuito de ampliar a compreensão de
todos sobre este cenário.


Rede de Saúde Mental e ECOSOL aparece em vídeo do Ato #PrimaveradaSaúde, feito pelo Conselho Federal de Psicologia

20/10/2011

A Rede de Saúde Mental e ECOSOL, juntamente com o ônibus organizado pela Frente Estadual Antimanicomial-SP, participou desse importante Ato em Defesa da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial e do Sistema Único de Saúde. Defendemos a aprovação da Emenda Constitucional nº 29 e a possibilidade de garantir e ampliar financiamento para consolidar suas ações, inclusive para a política de crack, álcool e outras drogas, assegurando seu caráter eminentemente público, em oposição a todas as formas de privatização da saúde.

Conheçam a página eletrônica Drogas e Cidadania – clique aqui

Leiam 13 razões para defender uma política para usuários de crack, álcool e outras drogas sem exclusão – clique aqui


Reunião com Eduardo Jorge, aprovação do local da VI Feira

19/10/2011

A Rede de Saúde Mental e Economia Solidária esteve hoje (dia 19 de outubro) em reunião com Eduardo Jorge, Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de São Paulo, e a Federação Sindical dos Trabalhadores Cooperados no Estado de São Paulo.

Na reunião apresentamos a Rede e as 5 (cinco) edições de Feiras que já realizamos e solicitamos ao mesmo que a 6 (edição) você num Parque Público. Para podermos levar não só nossos produtos e serviços para um espaço público e de grande circulação, mas principalmente, nossas idéias. Nossa aposta na Inclusão Social pelo Trabalho, na Economia Solidária e no fortalecimento da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial e do Sistema Único de Saúde.

A resposta do Secretário Eduardo Jorge foi positiva e aprovou a realização da VI Feira, dia 10 de dezembro no Parque Mário Covas – Localizado na esquina da Avenida Paulista com a Ministro Rocha Azevedo, o parque possui uma área de 5 mil m² e alcança ao fundo a Alameda Santos.


A Rede já aderiu. E seu Coletivo/ Entidade? – Carta da Frente Estadual Antimanicomial – SP

17/10/2011

Nós da “Frente Estadual Antimanicomial – São Paulo” nos propomos a congregar e acolher os diversos movimentos e entidades do campo da saúde, saúde mental, e outras áreas. Reafirmamos os compromissos e propostas da “Carta de Bauru” (Bauru, 1987), do “Relatório Final da IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial” (Brasil, 2011), “Carta de Carapicuíba” (Carapicuíba, 2011), “Carta de Santos” (Santos, 2011) e da  “Carta de Serra Negra” (Serra Negra, 2011).

Propomos avançar na Reforma Sanitária e na Reforma Psiquiátrica Antimanicomial no Estado, defendendo o direito à saúde a partir dos princípios do SUS, discutindo e apresentando proposições e ações frente aos desafios da atualidade.

Os movimentos de Reforma Psiquiátrica, Reforma Sanitária e Luta Antimanicomial, como muitos outros Movimentos Sociais, marcaram o século XX e início do XXI com propostas de construção de uma sociedade democrática, com a garantia de direitos sociais e transformação da atenção pública em saúde e saúde mental no Brasil.

Atualmente, encontram-se em implementação no território brasileiro redes de serviços substitutivos de atenção em saúde mental e diversas iniciativas intersetoriais nos campos do trabalho e da cultura. E, certamente, uma das principais conquistas da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial tem sido a de afirmar, garantir e restituir os direitos dos usuários, dos familiares e da comunidade, buscando garantir seu protagonismo e a participação popular.

O Relatório Final da “IV Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial”, realizada em julho de 2010, após 359 conferências municipais e 205 regionais, com a participação de cerca de 1200 municípios e aproximadamente 46.000 pessoas, reafirma os princípios e diretrizes da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial. Apresenta um conjunto significativo de propostas para enfrentar os desafios atuais, trazer avanços à Política Nacional de Saúde Mental e às  articulações intersetoriais e, do mesmo modo, contribuir para o fortalecimento de políticas sociais, tais como: direitos humanos, assistência social, habitação, educação, cultura, trabalho e economia solidária.

O Governo do Estado de São Paulo marcou seu retrocesso ao se recusar a participar da “IV Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial”. No entanto, movimentos sociais associados ao Conselho Estadual de Saúde fizeram frente a essa omissão autoritária e conseguiram organizar a “Plenária Estadual de Saúde Mental Intersetorial”, realizada em São Bernardo do Campo.

Esse posicionamento do Governo do Estado de São Paulo evidencia uma oposição à Reforma Psiquiátrica Antimanicomial e o descaso com princípios do Sistema Único de Saúde, o Controle Social e a participação popular.   Isto evidencia o investimento de ações e serviços distantes dos princípios da Reforma Sanitária e Psiquiátrica Antimanicomial: Unidade Experimental de Saúde, Comunidades Terapêuticas, Ambulatórios Médicos de Especialidades – AME Psiquiatria. Destacamos que o governo desse estado vem transferindo sua responsabilidade de gestão e oferta de serviços SUS para terceiros como as Organizações Sociais, colocando interesses privados acima dos públicos.

Defendemos a extinção definitiva de toda e qualquer forma de internação de cidadãos com sofrimento psíquico em hospitais psiquiátricos ou em quaisquer outros estabelecimentos de regime fechado, como uma das formas de enfrentar o estigma e a segregação das pessoas em sofrimento psíquico e primar pela garantia dos direitos humanos.

Consideramos as seguintes prioridades para o avanço da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial:

  • Que o usuário de serviço de saúde mental não seja reduzido a um diagnóstico, devendo ser considerado como sujeito de direitos;
  • O reconhecimento do protagonismo de usuários e familiares para a construção de políticas públicas de saúde mental e intersetoriais;
  • A garantia do direito à saúde por meio de ações intersetoriais que visem à integralidade da atenção, com horizontalidade nas relações profissionais, a partir de equipes e serviços interdisciplinares;
  • Implementar, ampliar e fortalecer as redes territoriais de atenção à saúde mental com diversos serviços substitutivos, estreitando relações com importantes frentes de luta e cuidado: direitos humanos, assistência social, educação, moradia, trabalho e economia solidária;
  • Entender e considerar a política de atenção a usuários de álcool e outras drogas como parte integrante das ações em saúde mental devendo respeitar os mesmos princípios da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, em que a centralidade está na construção de projetos terapêuticos singulares;
  • Fechamento de todos os leitos de Hospitais Psiquiátricos, destinando seus recursos de acordo com a Portaria 106/2000 e garantindo a criação da rede substitutiva;
  • Extinção de toda e qualquer forma de internação de cidadãos em sofrimento psíquico em hospitais psiquiátricos, comunidades terapêuticas, manicômios judiciários e em quaisquer outros estabelecimentos de regime fechado;
  • Criação de leitos em hospitais gerais previstos na Lei 10.216;
  • O fechamento imediato da Unidade Experimental de Saúde, considerando essa como uma afronta aos Direitos Humanos, à Reforma Sanitária e à Reforma Psiquiátrica Antimanicomial;
  • Retirar os investimentos públicos de Comunidades Terapêuticas, entendendo que estas se apresentam como equipamentos contrários à Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, representando a volta dos manicômios e da assistência baseada na exclusão social;
  • Ampliar os investimentos na implementação de redes de atenção comunitária à saúde mental;
  • Garantir que todos os moradores mapeados pelo “Censo Psicossocial dos Moradores em Hospitais Psiquiátricos do Estado de São Paulo”, sejam desinternados e desinstitucionalizados, e, quando necessário, possam morar em residências terapêuticas;
  • Implementar Casas de Acolhimento Transitório e moradias solidárias vinculadas às redes de saúde mental, contemplando também a população em situação de rua;
  • Implementar, ampliar e fortalecer ações intersetoriais para garantir  os direitos sociais para a população em situação de rua;
  • Garantir a efetivação dos consultórios de rua e o fortalecimento das políticas de Redução de Danos;
  • Garantir a eliminação da dupla porta no SUS;
  • Revogação a Lei Estadual 1131/2010 que permite ao Estado vender 25% das vagas de serviços SUS para os Planos de Saúde Privados e particulares, cerceando os direitos dos usuários do SUS e atacando diretamente os princípios do SUS;
  • Respeitar e fortalecer os espaços e instâncias de controle social (Conselhos, Conselhos Gestores, Conferências) como espaços de proposição, fiscalização e acompanhamento das políticas de saúde e de saúde mental em suas áreas de abrangência.

 Em defesa do SUS, Por uma Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, por uma Sociedade sem Manicômios!

Faça a Adesão de sua Instituição, Coletivo, Movimento e/ou Entidade – clique aqui


Encontro: “GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA COMO DISPOSITIVO DA SAÚDE”

17/10/2011

FÓRUM GERA RENDA CAMPINAS

Convida para o Encontro:

“GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA

COMO DISPOSITIVO DA SAÚDE”

Data: 08 de Novembro de 2011

Local: Estação Cultura de Campinas

Informações: (19) 3758-8603

http://forumgerarenda.wordpress.com/

fgerarenda@gmail.com

PROGRAMAÇÃO

8h – Credenciamento

8h30’ – Mesa de abertura

9h – Fórum Gera Renda: Refletindo sobre a experiência em Campinas

9h30’ – Geração de Trabalho e Renda como Dispositivo da Saúde – Isabela Lussi

10h15’ – Coffee Break

10h45’ – Direito ao Trabalho e a interface com a Economia Solidária– Leonardo Pinho

11h30’ – Debate

Fórum Gera Renda Campinas